segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Reflexão

O crack e outras drogas causam uma falsa sensação de prazer, e as pessoas que as experimentam acabam na maioria das vezes viciados nessas sensações tornando-se assim dependentes químicos.
Algumas pessoas que utilizam drogas - sejam elas legais como o álcool, o tabaco ou ilegais como o crack e a cocaína - dizem que ela funciona como uma válvula de escape da realidade e que começaram a usar pensando que ela os ajudaria a ficar "amortecidos" contra as dificuldades que passavam  e que mais trade quando tudo estivesse novamente estabilizado poderiam deixar o "barato".
Outro, na maioria jovem de classe média e alta, tem sua iniciação no vicio dentro de círculos de "amizade" onde se veem obrigados a participar dos exageros - baladas, álcool e drogas- para serem "bem aceitos" pelo grupo. O filme Aos treze do ano de 2003 que narra a história da jovem Tracy   é o exemplo perfeito para entendermos todas as nuances - insegurança, procura por aceitação e outros dilemas que os jovens vivem dentro de seus núcleos de amizade - que levam jovens de famílias supostamente estruturadas a utilizarem-se de metanfetaminas.
Os motivos que levam as pessoas a utilizarem algum tipo de droga, seja ela legal ou ilegal, são os mais variados e na maioria das vezes não parecem ter explicação, um exemplo claro disso é o do  ator canadense Cory Monteith, protagonista do seriado americano Glee, um jovem talentoso que faleceu aos 31 anos por causa de uma overdose. O que levaria um jovem que tinha aparentemente tudo a se entregar ao vicio que alimentava desde os 13 anos? Para muitos a resposta seria curta e grossa: burrice; contudo, não é tão simples assim compreender o porquê de uma pessoa experimentar alguma droga mesmo sabendo de todos seus malefícios.

 Analisando essas articulações tendo a crer que o ser humano tem uma tendência a querer experimentar o proibido, pois tem uma sensação de adrenalina por estarem fazendo algo que não deveriam, e isso associado os efeitos das drogas multiplica a sensação de prazer do usuário. Sendo assim, acho que as internações compulsórias não teriam um bom resultado, uma vez que é necessário que o usuário também queira abandonar o vicio tendo sempre a consciência de que ele estará sujeito a recaídas e por isso terá que estar disposto a sempre dar o seu melhor.  
Sarah Godoy e Nascimento

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